Too late, you may think, and I agree. We’re a mess, we’re a tragedy, a drama, a big fight, a dark day… But sometimes I miss the storm. Suddenly, it’s Friday and I’m growing a scar the place you used to live...
We fight as much as we fuck, and I never know what’s wrong. And they’re telling me how you are wrong here and there, and you’re not that beautiful, and how you look ugly biting your nails and the whole world is much prettier than you, but I don’t see it… I don’t see it at all.
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3 de setembro de 2013
10 de junho de 2013
2 de junho de 2013
Uma Data a marca de água
Olha para nós… Anda um ano para trás – salta o fim da
amizade, salta as lágrimas, salta as discussões. Já lá estás? Lembro-me de
esperar ansiosamente pela meia-noite para ser a primeira a felicitar-te.
Lembro-me de engendrar a prenda ideal para te dar. Lembro-me de procurar as
palavras ideais para pôr no facebook – talvez fútil, mas afinal, estava tão
feliz de estar a teu lado que queria partilhá-lo com o mundo. Lembro-me de
discutir com a minha mãe para que me deixasse estar contigo.
Olha para nós agora… Uma mensagem de telemóvel breve com ‘’um
beijinho’’ no fim, como quem não vai continuar a conversa, como quem não vai
dizer mais nada… como quem não tem mais nada a dizer. E a tua resposta,
igualmente curta, confirma-me o meu mau humor de hoje. Não é por mais nada, é
porque me apercebi de como – mas que grande cliché – o tempo passa. É, ele
passa, rápido! Fugaz! Nem o agarras… A vida renova-se, ficam uns, vão outros,
nem sempre por nossa própria escolha, mas porque tem de ser. Não faz mal, é
assim. Vai continuar a ser. Talvez para o ano mude tudo outra vez, e já nem me
lembre que dia é. E sabes que mais? Não faz mal. É sinal que cresci, é sinal
que as minhas células se regeneraram e tu, produto velho da minha memória, não
foste retocado, renovado. Por agora, espero que mais um ano te traga mais
sabedoria, e as pessoas certas a teu lado. Ou então as erradas, que fazem todos
parte.
Olha para nós… que te lembres com todas as partes boas, e,
como eu, muito carinho. Porque apesar de tudo o que correu mal, ainda corremos
muito bem umas quantas vezes.
Não digo isto com tristeza, nem fome de mais… Digo isto como
quem pega num álbum cheio de nostalgia, pronto a receber novas fotos. Parabéns…
Ps: se estiveres a ler isto, não é para ti.
5 de maio de 2013
Fragil
Do not fall
in love with me.
You
are made of paper and I like to play with matches.
Do not fall
in love with me.
I’m a
broken glass on the floor and you like to walk without shoes.
You deserve
someone who will stay.
Someone with
A windy
hair
And a
summer dress.
Someone whole.
Don't get addicted on loving me,
all you'll get it's a big hangover
that cheap pills won't cure.
I'm the kind of person who'll burst into tears when hugged,
who enjoys her pain like a smoker enjoy its cigarret at 3am
on the roof.
Don't fall in love with me.
I'll have no option that to hurt you.
Don't be a fighter.
Don't be the kind of man who's trying to prove to the world,
and to himself that he's capable of fighting this battle.
I will not fight back. But you will lose.
The disconection between my mind and my feelings is always set.
I'm always ready to leave, all packed up, bags in the truck, and a free spirit who doesn't belong here.
I don't belong anywhere.
But I keep searching.
Maybe one day, I'll stay.
As for now,
I'm filling up the tank,
And I'm gone long ago.
Alice
21 de abril de 2013
30 de março de 2013
26 de março de 2013
União
Talvez agora já consigas entender porque tem sido tão
difícil para mim esquecer. Não é mais uma paixão tola, um amor de oh-meu-deus-eu-estou-tão-apaixonada.
Eu gostei mesmo dele. Ainda gosto. Sabes que nunca fui grande sonhadora, sempre
mantive os pés bem assentes na terra, por isso acredita em mim. Quando os
nossos corpos se juntam… é tão difícil fazer com que cresçam separados.
Uma sensação
de repleção enche o teu corpo, como se não houvesse mais nada no mundo do que
aquele segundo, aquele momento em que os nossos corpos se unem… as nossas almas
misturam-se.
É maior que qualquer outra coisa. Não há um ‘’eu’’, não há um ‘’tu’’.
Só o ‘’nós’’ tem lugar no pouco espaço que nos separa.
A partir daquele
momento, fiquei ligada a ele com uma ligação invisível. Ninguém vê. Nem eu via. Só
a reconheci quando o tentei deixar. E então apercebi-me do nó enorme que nos
unia, que até agora não fui capaz de desatar.
Se calhar é isto. Se calhar descobri a definição de amor: um
nó. Alguns mais fortes, alguns mais fracos. Algos rompem-se facilmente com um puxão.
Outros, cedem com o toque de uma tesoura. E depois, há aqueles juntos para
sempre, até quando cada extremidade puxa para seu lado.
E há ainda as linhas que nunca se chegam a aliar, perdidas
no meio de baralhadas erradas…
19 de março de 2013
9 de março de 2013
Dia da Mulher
O que é que faz de uma mulher, Mulher?
...São os cabelos ao vento. As músicas no carro. As manhãs na praia. O primeiro namorado. O último beijo. Esconder uma lágrima. Fazer a mala da viagem. Pentear os nós do cabelo. Caber no vestido. Levar o mundo na mala. O chá quente antes de deitar. Espreguiçar ao acordar. Cantar no banho. Partir o salto alto. Fazer rabos-de-cavalo. Limpar o batom dos dentes. Receber flores. O último relance ao espelho antes de sair de casa. Piscar o olho. Morder o lábio. Sentar ao colo de amigos. Andar descalça pela casa...Estar de cama. Banhos de espuma. Ler até à meia-noite. Chorar a ver filmes. Acender uma vela. Ignorar piropos. A última mensagem do dia. Chegar a casa.
Dar um meio sorriso, um meio olhar, um meio beijo. Tirar o verniz…
Respirar fundo.
Que sejamos sempre isto, sempre eu e tu... Mãe e filha... Ana e Inês... A gostar-nos, até quando nos odiamos.
4 de março de 2013
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