Too late, you may think, and I agree. We’re a mess, we’re a tragedy, a drama, a big fight, a dark day… But sometimes I miss the storm. Suddenly, it’s Friday and I’m growing a scar the place you used to live...
We fight as much as we fuck, and I never know what’s wrong. And they’re telling me how you are wrong here and there, and you’re not that beautiful, and how you look ugly biting your nails and the whole world is much prettier than you, but I don’t see it… I don’t see it at all.
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3 de setembro de 2013
14 de abril de 2013
As Palavras do Tempo
Tudo é relativo – os dias, as
pessoas, os momentos. Só os sítios se mantêm, e nem esses por muito tempo. Vivo
sabendo que o agora é isso mesmo – Agora. Não o depois, o depois vai ser
diferente, vai ser o Agora dessa altura, tal como o passado não vai ser mais
Agora porque já teve o seu momento, já ocupou o seu espaço no tempo.
Nada se repete. Pelo menos, não da mesma maneira. Como nós.
Sim, lá volto eu a nós como não posso voltar a ti. É um exemplo de como o tempo
é tão grande e nunca em círculo, nunca se repete. Vemo-nos por aí, muito por
aí, talvez demasiado para que a minha sanidade se mantenha no sítio. Olho-te,
tantas vezes de soslaio carregado de pressa e memórias. Também me vês. Mas não
nos vemos… aquele sítio para onde ia quando te olhava no fundo dos olhos, e tu
nos meus, não vai voltar a acontecer. Não é mau, não é triste, é apenas a vida.
Entramos e saímos dos sítios, incluindo aqueles que são
sentimentos. Hoje sei que gosto de ti, mesmo passado este tempo todo. E gostar
de ti também me traz um lugar, onde entro tantas vezes. Talvez essa seja uma
porta onde ainda vou passar outras tantas. Talvez um dia me tranque lá dentro e não
volte a sair. E aí sim, ahhh, o tempo seria Agora...o sítio eras Tu...e eu… era
feliz.
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